Jornalista formada pela Ufal e pós-graduada em Assessoria de Comunicação e Marketing (Cesmac).
"Escrevo por não ter nada a fazer no mundo:
sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens.
Escrevo porque sou um desesperado e estou cansado,
não suporto mais a rotina de me ser e se não fosse
a sempre novidade que é escrever, eu morreria
simbolicamente todos os dias.
Mas, preparado estou para sair discretamente pela
porta dos fundos. Experimentei quase tudo,
inclusive a paixão e o seu desespero.
E agora só quereria ter o que eu tivesse sido e não fui."
" Sim, mas não esquecer que para escrever não importa que o meu material básico é a palavra.
Assim é que esta história será feita, de palavras que se agrupam em frases e destas se evola um
sentido secreto que ultrapassa palavras e frases."
" É que sinto necessidade de palavras - e é novo para mim o que escrevo,
porque minha verdadeira palavra foi até agora intocada".
" Eu escrevo para fazer existir
e para existir-me.
Desde criança procuro o sopro
da palavra que dá vida aos sussurros".
(Clarice Lispector)